segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Oportunidades:

O ministro Guilherme Cassel informou aos empresários que as negociações dentro do governo sobre o assunto já estão bem avançadas. – Não há quem critique o Mais Alimentos. Todos - agricultores, empresários e Governo - acham que o programa é muito eficiente. Além de incrementar a produção de alimentos em 7 milhões de toneladas no primeiro ano de funcionamento, o programa assegurou empregos nas cidades e impulsionou a produção das indústrias – frisou Cassel. O Mais Alimentos é uma linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) criada para estimular a modernização produtiva das unidades familiares agrícolas de todo o País. O Programa financia projetos até R$ 100 mil, tem juros de 2% ao ano, até três anos de carência e prazo de até 10 anos para pagar o empréstimo. Desde o lançamento, há pouco mais de um ano, o Mais Alimentos comercializou mais de 20 mil tratores. No setor de máquinas e implementos já foram movimentados mais de R$ 500 milhões de reais. Vale a pena se informar sobre este programa e via associações, quem sabe, aquisição destas máquinas poderá beneficiar nossos produtores daqui do agreste meridional, como o ano está terminando, novos sonhos e novas possibilidades para 2010 são sempre bem vindas.....

Outra notícia é a isenção de tributos para frigoríficos que atuam no mercado interno, que vai valorizar a carne na cadeia produtiva e ampliar a competitividade do setor. A avaliação é do assessor técnico da Secretaria de Política Agrícola, Luciano de Carvalho sobre a suspensão da cobrança de PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) para produtos pecuários regulamentada, na quinta, dia 16, pela Instrução Normativa nº 977/2009 da Receita Federal do Brasil (RFB).

Carvalho observa que o produtor será beneficiado com a supressão desses impostos para os frigoríficos, já que a medida contribui para reduzir o preço da carne no supermercado.

– Além disso, com a diminuição da carga tributária, o consumidor final terá mais acesso ao um alimento tão importante – conclui.


Fonte:ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL MDA/INCRA.

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Desenvolvimento do Agreste Meridional


O AGRESTE MERIDIONAL DE PERNAMBUCO é reconhecido por suas cadeias produtivas da bovinocultura leiteira e avicultura, além da movelaria, turismo, informática e artesanato e prestação de serviços.
No segmento mais significativos destacamos a pecuária leiteira, que está dividida em duas áreas: a produção primária (criação de animais) e a industrial (processamento de leite e seus derivados).
A Região contribui com 25% da produção de bovinos, 43% da produção de leite e 57% da produção de feijão, Conforme (Agência Ad Diper).
Garanhuns, com o setor de serviços, indústria de alimentos e turismo, é uma cidade pólo neste arranjo produtivo, isto todo mundo sabe...a novidade que temos foi o lançamento do Portal do Agreste Meridional de Pernambuco, um espaço dedicado ao nosso agreste com informações sobre a região, suas potencialidades, vocação regional, informações sobre o primeiro, segundo e terceiro setor, comunidades e links relacionados servindo como banco de dados com informações atualizadas e centralizadas num só espaço.
O objetivo do Portal é além de, consolidar cada vez mais nossa vocação para pecuária, também promover outras possibilidades de desenvolvimento para a região.
Segue acima a foto da equipe que sonha com um Agreste Meridional mais justo , desenvolvido e fortalecido.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A Gestão do seu negócio


O fim do ano está próximo, e como toda empresa, o produtor deve fazer um balanço do ano que termina. Assim poderá planejar 2010 e adequar sua produção á sua necessidade e a sua realidade.

Segue abaixo algumas dicas para o produtor, retiradas do site leiteenegócios e que, acredito poderá ajudar nossos leitores no planejamento do seu negócio, pois acredito que um pouco de visão empresarial ajuda.....

O produtor de leite é um homem de negócios, negócio que move a humanidade desde tempos remotos. O leite é alimento essencial e de primordial importância ao ser humano, portanto, a sua produção é um segmento que move economicamente o agronegócio mundial. Estar imerso às tendências e adequar melhorias à propriedade, consequentemente, aos animais e à produção, faz parte dos tantos afazeres do homem do negócio leite.


Dentro dessa premissa, investir no futuro é atuar no presente. Para isso, o produtor precisa fazer um ”Plano de Negócios”, detalhando os objetivos e os caminhos para alcançá-lo. Financeiramente falando é preciso que haja dois fluxos de caixa, com o investimento e sem o investimento.


A diferença entre os dois seria o lucro marginal. Investimentos em itens produtivos como animais, por exemplo, sempre geram retorno altamente positivo, porém investimentos em instalações, terras ou máquinas podem não ser interessantes. Após estes cálculos devem ser priorizados os investimentos naqueles itens que possuem menor período de retorno.


O plano deve conter ainda projetos anuais de investimento, para que na marca de 0 anos a produção por vaca tenha aumentado cerca de 50%, ou no mínimo dobrado a quantidade de leite vendido. Deve-se levar em consideração também as oportunidades que surgem e o cenário da atividade.

Os hábitos acima citados são medidas fundamentais e indispensáveis que diferenciam os produtores, gerando maior rentabilidade e maior produção qualitativa. A aplicação de conceitos deve seguir a realidade de cada propriedade, em um ritmo sincronizado entre proprietário, funcionários e gestão. Isso diferencia a propriedade e a fortalece para o futuro.

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Produção x clima e nós......


O assunto é muito extenso, as fontes para pesquisa são inúmeras, e as opiniões dos redatores abrangentes e intensas, ás vezes discordantes, mais resolvi assim mesmo colocar aqui meu ponto de vista.
Depois de algumas reportagens sobre COP-15 ( Copenhagem e a reunião mundial do clima- 7 a 18/12/2009), índices de perdas de 60 a 70% da área agricultável - PE E PB, e 80% CE), redução de gases do efeito estufa, emissões de carbono na atmosfera, desperdício de água e tantos outros assuntos relacionados com a preservação do meio ambiente, fico pensando como eu ou você- leitor, podemos fazer alguma coisa??
Este assunto não é mais novidade e exemplos de mudanças climáticas não faltam, não podemos mais falar que o Brasil é um país abençoado por Deus e não tem tornados, enchentes, secas mais prolongadas que o normal e outras manifestações de alteração do clima .
Mais a pergunta continua, e o que eu posso fazer?? O que esta vaca e seu bezerro tem a ver com isto??
Temos de imediato a mudança de consciência em relação ao assunto, pequenas atitudes como fechar bem uma torneira que antes ficava pingando, colocar pilhas, baterias de celular e outros componentes similares em coletores apropriados e não no lixo comum, separar o lixo orgânico do inorgânico e se possível usá-lo ( o orgânico, lógico) como adubo, adquirir uma atitude mais sensata em relação ao consumismo ( preciso mesmo disto??), ter umas alimentação mais saudável comendo menos produtos industrializados (gerando assim menos lixo inorgânico- que demora muito mais tempo para de se decompor), desperdiçar menos papel ( são árvores a mais que deixamos de cortar), evitar o uso de sacolas plásticas, ensinar estes pequenos atos a quem está próximo convivendo conosco para passar adiante esta idéia, enfim são muitas as atitudes que podemos tomar.... mais e a vaca com seu bezerro o que tem a ver com isto?? Bom os ruminantes são uma grande causa de danos à camada de ozônio, através da eliminação do gás metano oriundo do processo de ruminação, mais pesquisadores da área estão tentando uma vacina, outras bactérias que não emitam estes gases, e... vacas não abrem indústrias, ou compram carros, a mão do homem está por trás disto, e existe muito ecoterrorismo, dizendo para não comer carne, não beber leite, não isto, não aquilo e nós???Como nos portamos neste caso??
De qualquer forma se não conseguimos cuidar do nosso planeta como poderemos cuidar daqueles animais que estão sob nossa responsabilidade, como poderemos alimentá-los, protegê-los e garantir-lhes condições adequadas á sua sobrevivência e produção ( que aliás nos alimenta).
Fica a reflexão para todos nós.....nossa co-rresponsabilidade ambiental, social e animal.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O Meio Ambiente e nós....

Muito se tem falado sobre mudanças climáticas, meio ambiente, uso racional de agua, desequilíbrio climático, produção de alimentos e do " Encontro de Copenhagem".
Encontro este que com o apoio ou não dos países mais ricos, o mundo tenta discutir os efeitos das mudanças climáticas, suas conseqüências e nos alertar para a responsabilidade que temos durante nosso próprio dia-a-dia.
Ações simples como trocar as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes, ir ao trabalho caminhando ou de bicicleta, trocar torneiras que ficam pingando o tempo todo, reduzir o volume de água da descarga do banheiro entre outras são atitudes que fazem bem ao bolso e ao planeta.
Por falar em bem para o bolso, li uma matéria que descrevo trechos abaixo, para uma reflexão:
A mudança climática terá um impacto sério na economia brasileira. Na melhor das hipóteses, a perda em 2050 será de R$ 719 bilhões e na pior, R$ 3,6 trilhões. As conclusões são do estudo Economia da Mudança do Clima no Brasil: custos e oportunidades, uma espécie de Relatório Stern brasileiro. O economista britânico Nicholas Stern, ex-economista chefe do Banco Mundial e consultor do governo apresentou, em 2006, os custos da mudança climática para o mundo. Os países deveriam investir 1% do PIB mundial para cortar emissões em 80%, em 2050, em comparação aos níveis atuais. Sem isto, o custo anual seria de 20% do PIBMesmo com esta perspectiva mais conservadora, o trabalho confirma que as regiões mais vulneráveis à mudança do clima são a Amazônia e o Nordeste. Na Amazônia, se o aquecimento for de 7° C a 8 °C em 2100, prenuncia-se uma savanização de um bom pedaço de floresta - o clima mais quente reduziria a cobertura florestal em 40% no lado oriental.

No Nordeste, menos chuvas causariam perdas agrícolas em todos os Estados. Menos água reduziria em 25% a capacidade de produção de gado de pasto na região. A vazão dos rios em bacias do Nordeste, como a do Parnaíba, seria afetada. O estudo calcula redução de vazões impressionantes, de até 90% entre 2070 e 2100. Perda de confiabilidade no sistema de geração de energia hidrelétrica, diz o texto, com redução de 31,5% a 29,3% da energia que as usinas hidrelétricas efetivamente podem produzir. Os maiores impactos seriam no Norte e Nordeste - no Sul e Sudeste, os efeitos seriam mínimos neste tópico.

Na agricultura, confirma-se o estudo anterior da Embrapa e Unicamp. Com exceção da cana-de-açúcar, as outras culturas importantes perdem área de cultivo, especialmente soja, milho e café.O trabalho, feito por uma equipe multidisciplinar de institutos e universidades públicas e privadas (USP, Unicamp, Embrapa, INPE, COPPE/UFRJ. Fiocruz, IPEA e FIPE, entre outras) sugere alguns caminhos para que o Brasil se adapte às mudanças do clima. Modificações genéticas seriam alternativas para reduzir problemas agrícolas. Na lacuna energética, é preciso instalar capacidade extra, de preferência usando gás natural, bagaço de cana e energia eólica, a um custo próximo a US$ 50 bilhões.
A mudança climática é um problema bastante relevante para a agenda de desenvolvimento do Brasil, diz Sérgio Margulis, diretor técnico e coordenador do trabalho. A recomendação é que as políticas públicas incorporem a vertente climática nos setores de transportes, habitação, agricultura e indústria.Fonte: Jornal Valor Econômico de Quarta-Feira - 25/11/2009.

Previsões à parte, sabemos que tudo o que acontece no mundo tem efeito aqui.. então vale a pena, no mínimo, a gente se interiar do assunto.

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009



I Encontro da Cadeia Produtiva de Queijo Coalho do Nordeste: Indicação Geográfica, Qualidade e Segurança.

O I Encontro da Cadeia Produtiva de Queijo Coalho do Nordeste tem como objetivo unir profissionais, produtores, pequenas, médias e grandes empresas que tenham alinhamento com as ações relacionadas à qualidade, segurança e qualificação do produto, visando os processos de indicação geográfica. Atualmente o queijo coalho é um produto regional com tradições estabelecidas que tem potencial para preservação de sua identidade, mas devendo ser estudado, considerando os processos tecnológicos existentes. Desta forma, é importante que estes produtos tenham seu valor reconhecido, acompanhando as exigências de mercado e não fiquem à margem dos conhecimentos gerados pela tecnologia.
O Encontro contará com o apoio das instituições representativas do setor lácteo, além de colocar em discussão casos de sucesso para certificação de produtos agropecuários por meio de palestras proferidas por profissionais do setor.
Vale a pena verificar, quem puder participar estará a frente de uma nova possibilidade que é a certificação futura do Queijo de Coalho de Pernambuco.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Leite achocolatado pode reduzir inflamações, indica estudo


Um novo estudo sugere que o consumo regular de leite desnatado com cacau rico em flavonoides pode reduzir a inflamação, potencialmente desacelerando ou prevenindo o desenvolvimento da arteriosclerose.

Cientistas em Barcelona, Espanha, recrutaram 47 voluntários, com 55 anos de idade ou mais, que apresentavam risco de doenças cardíacas. A metade deles recebeu sachês de 20g de pó de cacau solúvel para beber com leite desnatado duas vezes por dia, enquanto o restante tomou leite desnatado puro. Um mês depois, os grupos inverteram a bebida.

Exames de sangue descobriram que, depois que os participantes tomavam leite achocolatado duas vezes ao dia durante quatro semanas, eles apresentaram níveis significativamente mais baixos em vários indicadores bioquímicos de inflamação, embora alguns indicadores de inflamação celular tenham permanecido iguais.

Os participantes também apresentaram níveis significativamente mais altos do colesterol bom, HDL, depois de concluir a dieta do leite com chocolate. O estudo aparece na edição de novembro do "The American Journal of Clinical Nutrition" e já está disponível on-line.
Sendo assim viva o leite achocolatado!!! Gostoso e saudável.
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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Produtos orgânicos ganham selo do Ministério da Agricultura

O selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (SISOrg) e os requisitos para sua utilização estão estabelecidos na portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (6). O uso do selo está condicionado à avaliação de conformidade do processo produtivo com as normas regulamentadas pelo Organismo de Avaliação da Conformidade (OAC), credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).


Escolhido por meio de consulta pública, no primeiro semestre deste ano, o selo será impresso nas embalagens dos produtos orgânicos, a partir do próximo ano. O objetivo é facilitar a identificação dos produtos orgânicos no mercado.


Hot site dos orgânicos - Os interessados em informações sobre produtos orgânicos podem acessar o hot site Orgânicos - Entre para o mundo da vida saudável, prefira alimentos orgânicos no endereço www.prefiraorganicos.com.br. Por:Inez De Podestà.



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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

PERDAS COM REPRODUÇÃO

É difícil colocar preço nas perdas econômicas causadas por um programa reprodutivo ineficiente. Diferente da redução da produção diária de leite que vai resultar na redução do pagamento no mês seguinte, ou do aumento da incidência de mastite que vai causar um aumento imediato nos gastos com medicamentos e descarte de leite, as perdas com reprodução só são percebidas no longo prazo.

Mas mesmo não percebendo as perdas com reprodução de forma rotineira como as dos outros setores da fazenda, a lucratividade da fazenda reduz quando a eficiência reprodutiva não esta indo bem, o problema é que é mais difícil de contabilizar essas perdas.

São quatro as áreas básicas de perda com reprodução:
1. Intervalo entre parto muito longo ou muito curto
2. Período seco muito longo ou muito curto
3. Desempenho da inseminação, principalmente baixa taxa de concepção
4. Novilhas muito velhas ao parto

A boa notícia é que a maioria dos desses problemas podem ser resolvidos sem grandes investimentos, com apenas alguns ajuste de manejo.

Manutenção das anotações é a raiz do sucesso de um programa de reprodução

Uma das mais importantes ferramentas necessárias para aumentar a eficiência reprodutiva de um rebanho é manter um sistema de anotações em ordem e atualizado constantemente. Existem uma grande de variedade de sistemas que podem ser usados, desde os mais simples, como a roda de controle da reprodução do rebanho, até softwares mais sofisticados, mais o importante é que esses sistemas sejam alimentados com dados corretos e constantemente.

Quatro dados devem ser corretos para que a inseminação, o diagnóstico de gestação e a secagem sejam realizados na data correta.

Data do parto e do final do período voluntário de espera:

O programa reprodutivo se inicia a partir da data do parto. Vacas que depois de 21 dias após o final do período voluntário de espera não foram inseminadas deveriam ser avaliadas por um veterinário. Uma prática recomendável é que todas as vacas sejam examinadas ao final do período voluntário de espera, para que seja avaliado se as mesmas estão ciclando, ou para identificar e tratar algum provável problema.
Cios: Todos os cios deveriam ser anotados, para se obter o intervalo entre cios e a previsão do retorno. Isso ajuda a identificar as vacas em anestro. Para aumentar a eficiência de detecção de cio use as dicas apresentadas no radar: Dez prioridades de um programa de observação de cio bem sucedido, publicado em 18/10/2006.
Inseminações: Anotar com acurácia as datas das coberturas é importante para que o diagnóstico de gestação seja feito com eficiência. Com isso as vacas diagnosticadas como vazias podem ser tratadas para que seja inseminadas o mais breve possível, sem nenhum risco.
Concepção: A anotação correta da data da concepção permite que a secagem seja realizada no momento adequado. Essa informação é particularmente importante nas fazendas que usam período seco mais curto, pois a margem de erro fica menor, e se a vaca for seca muito tarde pode ocorrer um comprometimento da lactação subsequente.

Comparando seus resultados com as metas

Existem algumas metas estabelecidas para o programa de reprodução. O importante é fazer uma comparação da realidade do rebanho com essas metas para que sejam identificados os pontos problemáticos e medidas apropriadas sejam tomadas. Fonte: Cattle Reproductive Council.

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

LEITE E DERIVADOS: COM MAIS QUALIDADE E PREÇO JUSTO

No meio do agreste pernambucano, o especialista em laticínios Benoit Paquereau desenvolve um projeto ambicioso: tornar o tradicional queijo de coalho da região um produto reconhecido, padronizado e com um selo de indicação de procedência do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), concedido a pouquíssimos produtos brasileiros até hoje. Para alcançar essa marca, Benoit se juntou a pequenos produtores de leite e queijo, especialistas em cuidados sanitários, professores e
técnicos em laticínio. Com apoio do Sebrae e de universidades locais e financiamento da FINEP, o projeto de Benoit está prestes a se tornar realidade. “Esse selo significará o reconhecimento da qualidade do queijo e de uma melhor renda para os produtores”, diz o especialista francês radicado há 10 anos no Brasil e tecnólogo em laticínios no ITEP (Instituto de Tecnologia de Pernambuco). Por Rogério Rangel.
Esta matéria foi repassada aos membros do CEPLEITE- Comitê Estratégico do Leite, pelo nosso amigo Benoit que tanto luta pela indicação geográfica do queijo de coalho de Pernambuco, que é considerado patrimônio cultural do agreste.
Para maiores informações sobre clique aqui
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009


VOCÊ SABIA?

A agricultura Familiar responde por mais de 84% dos imóveis rurais do país e estão presentes em mais de 4,1 milhões de estabelecimentos no meio rural. São também responsáveis por, aproximadamente, 40% do valor bruto da produção agropecuária, 80% das ocupações produtivas agropecuárias e parcela significativa dos alimentos que chega à mesa dos brasileiros, a exemplo do feijão (70%); da mandioca (84%); dos suínos 58%; da bovinocultura de leite 54%; do milho 49%; e de aves e ovos 40%.

O MDA no período de 2003-2006, assentou 400 mil famílias e aumentou significativamente a disponibilização do crédito rural anual para os agricultores familiares passando de R$ 2,3 bilhões para R$ 10 bilhões, aumentando de 900 mil para 2 milhões de beneficiários, além de desenvolver um conjunto de ações que simplificam o acesso aos recursos, a assistência técnica e capacitação e ao Programa de Aquisição de Alimentos do Governo Federal.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Exposição Nordestina

Vem aí a 68ª Exposição Nordestina de Animais e Produtos Derivados, que acontece entre os dias 8 e 15 de novembro deste ano. O evento, um dos maiores do País em volume de negócios e público, é realizado no Parque de Exposições Professor Antônio Coelho, bairro do Cordeiro, Recife-PE, em uma área de 12 mil metros quadrados. Uma localização privilegiada, de fácil acesso para um público esperado de mais de 300 mil visitantes durante nos oito dias da mostra. A Exposição de Animais do Recife é promovida pela ACP em parceria com o Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária.

Cerca de cinco mil animais vão estar expostos, entre bovinos, caprinos, ovinos, equinos e bubalinos procedentes de criatórios de Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe, Maranhão, Piauí e Minas Gerais. Das raças de destaque entre os bovinos estão o Nelore, Guzerá (bovinoa de corte); Gir, Holandês, Jersey, Pardo Suiço e Girolando (bovinos de leite); Pitangueira (bovino misto). Entre os equinos sobressaem-se as raças Mangalarga Marchador, Quarto de Milha, Pampa e Poneis.. Quanto aos caprinos e ovinos, estarão em exposição no pavilhão especial as raças Anglo Nubiana e Bôer (caprino); e Santa Inês e Dorper (ovino). Salientando que nesta exposicao sera realizada a Nacional do Anglo Nubiano.

Durante a programação serão realizados 12 leilões que se apresentam como excelentes oportunidades de negócios para investidores, com a oferta de animais de alta qualidade genética, fruto dos avanços verificados no mundo inteiro. Os shows -um espetáculo à parte- transformam a noite, oferecendo entretenimento variado, reforçando a diversidade de público. Dentro do mix de produtos, negócios que a Exposição oferece está a programação voltada para a capacitação com a realização de oficinas, palestra e mini-cursos durante todo o período da mostra.

È uma boa oportunidade para os criadores divulgarem seus produtos e toda a genética do nosso Estado.

Fonte: portal do agronegócio.

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O peixe e o mercado brasileiro....

Atuamente o Brasil captura 1 milhão de toneladas de peixes, mas pode chegar a até 20 milhões, por causa da extensão de sua costa e de ter em seu território a maior reserva de água doce do planeta.

O Plano Mais Pesca e Aquicultura do Ministério da Pesca, vai investir até 2011 cerca de R$ 2 bilhões, segundo o ministro. A nova lei da pesca e a participação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) nos trabalhos do ministério, no desenvolvimento e na fiscalização da atividade pesqueira foram destacadas pelo entrevistado como de grande importância para os planos do setor.

Hoje, o Brasil já disputa a pesca no Atlântico Sul com a Espanha e o Japão e isso é uma marca importante, inédita, de acordo com Gregolin. O desenvolvimento do setor , segundo ele, permitirá que o brasileiro aumente o consumo de peixes, mais saudável que a carne vermelha. Atualmente, a média no Brasil é de 7 quilos ao ano por habitante, enquanto a média mundial é de 17 quilos por pessoa e o mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de 12 quilos.

Um dos planos do governo é priorizar o cultivo de peixes na Amazônia, em detrimento da criação de gado, pois o custo do pescado é menor e envolve a própria vocação geográfica da região. Isso vai ser feito com o apoio da unidade da Embrapa criada para apoiar o Ministério da Aquicultura e Pesca e que entrará em funcionamento até o final do ano. A empresa vai contratar 50 pesquisadores que vão ser incorporados ao seu quadro, reforçando os trabalhos de pesquisa que já vem desenvolvendo nessa área.


Bom esta é uma boa opção nos locais onde água não é problema.....

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Outorga em Pernambuco

O sistema de outorga em Pernambuco é de responsabilidade da Secretaria de Recursos Hídricos ( SRH), criada pela Lei n.13.205 de 19 de janeiro de 2007, atuando em conjunto com o CPRH, através do sistema integrado entre outorga do uso da água e o licenciamento ambiental no Estado.

Quem deve pedir outorga??
Derivação ou captação em rios açudes riachos para abastecimento público e ou insumo de processo produtivo; extração em aquífero subterrâneo para consumo final ou insumo de processo produtivo; uso da água em hidrelétricas, empreendimentos que necessitem do uso da água; execução de obras ou serviços que alterem o regime em quantidade ou qualidade dos mesmos; lançamento em corpos d água, de esgotos e demais resíduos e outros usos que alterem o regime, a quantidade ou a qualidade da água do corpo d água.
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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Você sabe o que é outorga do uso da água???

A outorga do uso da água é o direito de uso das águas superficíais ou subterrâneas por um determinado período  por pessoas físicas ou jurídicas.Esta permissão é um dos instrumentos mais eficientes no gerenciamento do uso das águas.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Crédito agrícola tem volume recorde nos dois primeiros meses da safra 2009/2010


Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil




Brasília - Os produtores rurais brasileiros tomaram em julho e agosto, dois primeiros meses da safra 2009/2010, R$ 15,3 bilhões em crédito. O valor é 50% mais alto que contratado em igual período do ciclo passado e, de acordo com o Departamento de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura, o maior já liberado nos primeiros 60 dias de uma safra.

A demora na liberação de recursos, que na temporada 2009/2010 terá R$ 92,5 bilhões para a agricultura comercial e R$ 15 bilhões para a familiar, era a maior reclamação dos produtores na última safra. “O Mapa sempre se empenhou para que a liberação do crédito ocorresse no início do plantio e os resultados desse esforço agora surtiram efeito”, afirmou, por meio de nota, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Edilson Guimarães.

Segundo ele, este ano o governo tomou medidas com antecedência, e os bancos começaram a operar um mês antes do que o de costume. Do total liberado, 85,2% correspondem a créditos para custeio e comercialização, que envolvem aquisição de insumos e preparo do solo, entre outros gastos. Os recursos para investimentos representaram 12,8% do montante geral.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009


Grande parte da cesta básica vem da agricultura familiar

Apesar de cultivar uma área menor com lavouras e pastagens (17,7 e 36,4 milhões de hectares, respectivamente), a agricultura familiar é responsável por garantir boa parte da segurança alimentar do país, como importante fornecedora de alimentos para o mercado interno.

Em 2006, a agricultura familiar era responsável por 87% da produção nacional de mandioca, 70% da produção de feijão, 46% do milho, 38% do café (parcela constituída por 55% do tipo robusta ou conilon e 34% do arábica), 34% do arroz, 58% do leite (composta por 58% do leite de vaca e 67% do leite de cabra), 59% do plantel de suínos, 50% das aves, 30% dos bovinos e, ainda, 21% do trigo. A cultura com menor participação da agricultura familiar foi a soja (16%).

fonte: censo agropecuário 2006.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009








Campanha de vacinação contra a Febre Aftosa:



Neste mês de outubro a Adagro - Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco realiza a segunda fase da vacinação contra a febre aftosa, todos os bovinos e bubalinos deverão ser vacinados, independente da faixa etária.
Na primeira fase realizada em abril o Estado obteve um índice vacinal de 96% e agora pleiteia junto ao MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento a mudança de classificação de risco em relação à Febre Aftosa, de médio para baixo risco, o que acarretará em maiores possibilidades de negócios para outras localidades do país com classificação semelhante.
Lembramos que o produtor precisa comfirmar a vacinação junto ao escritório local da Adagro e seguir alguns cuidados para ter eficácia na vacinação, como por exemplo acondicionar em caixas de isopor a vacina durante seu transporte e durante a vacinação, bem como a seringa ou pistola usada no processo de vacinação dos bovinos e bubalinos.
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Você sabia??

Municípios acima de 20 mil habitantes necessitam implantar o Plano Diretor do Município - este deve ser realizado de forma participativa com todos os atores da sociedade, discutindo os rumos de desenvolvimento. Na questão do uso das águas deve-se lembrar a interação com o uso do solo, preservação das margens dos rios e nascentes, implantação de Cômites de Bacia Higrográfica, saneamento, programas de despoluição, recomposição da mata ciliar e outras atividades de preservação ambiental.
Estas observações devem constar no Plano Diretor e estar em consonância com o Plano Plurianual de seu município.

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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

AGRONEGÓCIO

O Agronegócio é uma rede que envolve a produção, comercialização de insumos, passando pela própria produção agropecuária, até a transformação, distribuição e comercialização de produtos agropecuários.

A produção agropecuária envolve desde o pequeno ao grande produtor, assistência técnica, manejo do ambiente, entre outros aspectos diretos e indiretos que se relacionam com a geração de bens e serviços ligados ao ambiente rural.

A transformação, distribuição e comercialização de produtos agropecuários envolve a indústria, distribuidores, consumidores de bens e serviços ligados ao ambiente rural.

Envolve ainda o ambiente institucional composto pela cultura, tradições, educação e costumes e também o ambiente organizacional composto pela informação, associações, P&D, finanças e firmas.

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