segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Oportunidades:

O ministro Guilherme Cassel informou aos empresários que as negociações dentro do governo sobre o assunto já estão bem avançadas. – Não há quem critique o Mais Alimentos. Todos - agricultores, empresários e Governo - acham que o programa é muito eficiente. Além de incrementar a produção de alimentos em 7 milhões de toneladas no primeiro ano de funcionamento, o programa assegurou empregos nas cidades e impulsionou a produção das indústrias – frisou Cassel. O Mais Alimentos é uma linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) criada para estimular a modernização produtiva das unidades familiares agrícolas de todo o País. O Programa financia projetos até R$ 100 mil, tem juros de 2% ao ano, até três anos de carência e prazo de até 10 anos para pagar o empréstimo. Desde o lançamento, há pouco mais de um ano, o Mais Alimentos comercializou mais de 20 mil tratores. No setor de máquinas e implementos já foram movimentados mais de R$ 500 milhões de reais. Vale a pena se informar sobre este programa e via associações, quem sabe, aquisição destas máquinas poderá beneficiar nossos produtores daqui do agreste meridional, como o ano está terminando, novos sonhos e novas possibilidades para 2010 são sempre bem vindas.....

Outra notícia é a isenção de tributos para frigoríficos que atuam no mercado interno, que vai valorizar a carne na cadeia produtiva e ampliar a competitividade do setor. A avaliação é do assessor técnico da Secretaria de Política Agrícola, Luciano de Carvalho sobre a suspensão da cobrança de PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) para produtos pecuários regulamentada, na quinta, dia 16, pela Instrução Normativa nº 977/2009 da Receita Federal do Brasil (RFB).

Carvalho observa que o produtor será beneficiado com a supressão desses impostos para os frigoríficos, já que a medida contribui para reduzir o preço da carne no supermercado.

– Além disso, com a diminuição da carga tributária, o consumidor final terá mais acesso ao um alimento tão importante – conclui.


Fonte:ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL MDA/INCRA.

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Desenvolvimento do Agreste Meridional


O AGRESTE MERIDIONAL DE PERNAMBUCO é reconhecido por suas cadeias produtivas da bovinocultura leiteira e avicultura, além da movelaria, turismo, informática e artesanato e prestação de serviços.
No segmento mais significativos destacamos a pecuária leiteira, que está dividida em duas áreas: a produção primária (criação de animais) e a industrial (processamento de leite e seus derivados).
A Região contribui com 25% da produção de bovinos, 43% da produção de leite e 57% da produção de feijão, Conforme (Agência Ad Diper).
Garanhuns, com o setor de serviços, indústria de alimentos e turismo, é uma cidade pólo neste arranjo produtivo, isto todo mundo sabe...a novidade que temos foi o lançamento do Portal do Agreste Meridional de Pernambuco, um espaço dedicado ao nosso agreste com informações sobre a região, suas potencialidades, vocação regional, informações sobre o primeiro, segundo e terceiro setor, comunidades e links relacionados servindo como banco de dados com informações atualizadas e centralizadas num só espaço.
O objetivo do Portal é além de, consolidar cada vez mais nossa vocação para pecuária, também promover outras possibilidades de desenvolvimento para a região.
Segue acima a foto da equipe que sonha com um Agreste Meridional mais justo , desenvolvido e fortalecido.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A Gestão do seu negócio


O fim do ano está próximo, e como toda empresa, o produtor deve fazer um balanço do ano que termina. Assim poderá planejar 2010 e adequar sua produção á sua necessidade e a sua realidade.

Segue abaixo algumas dicas para o produtor, retiradas do site leiteenegócios e que, acredito poderá ajudar nossos leitores no planejamento do seu negócio, pois acredito que um pouco de visão empresarial ajuda.....

O produtor de leite é um homem de negócios, negócio que move a humanidade desde tempos remotos. O leite é alimento essencial e de primordial importância ao ser humano, portanto, a sua produção é um segmento que move economicamente o agronegócio mundial. Estar imerso às tendências e adequar melhorias à propriedade, consequentemente, aos animais e à produção, faz parte dos tantos afazeres do homem do negócio leite.


Dentro dessa premissa, investir no futuro é atuar no presente. Para isso, o produtor precisa fazer um ”Plano de Negócios”, detalhando os objetivos e os caminhos para alcançá-lo. Financeiramente falando é preciso que haja dois fluxos de caixa, com o investimento e sem o investimento.


A diferença entre os dois seria o lucro marginal. Investimentos em itens produtivos como animais, por exemplo, sempre geram retorno altamente positivo, porém investimentos em instalações, terras ou máquinas podem não ser interessantes. Após estes cálculos devem ser priorizados os investimentos naqueles itens que possuem menor período de retorno.


O plano deve conter ainda projetos anuais de investimento, para que na marca de 0 anos a produção por vaca tenha aumentado cerca de 50%, ou no mínimo dobrado a quantidade de leite vendido. Deve-se levar em consideração também as oportunidades que surgem e o cenário da atividade.

Os hábitos acima citados são medidas fundamentais e indispensáveis que diferenciam os produtores, gerando maior rentabilidade e maior produção qualitativa. A aplicação de conceitos deve seguir a realidade de cada propriedade, em um ritmo sincronizado entre proprietário, funcionários e gestão. Isso diferencia a propriedade e a fortalece para o futuro.

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